sábado, 22 de março de 2014

                                              Os guardas do Museu de Bagdad





Este livro é do escritor  José Peixoto e apresenta-nos uma história que se passa Bagdad, que está a ser militarmente ocupada. As personagens principais deste livro assumem o papel de funcionários do museu onde se desenrola a ação.
Estes funcionários têm como objetivo proteger as obras que lá se encontram, sendo que toda a história se baseia nesse objetivo, ou seja proteger o que lá se encontra sem falar dos conflitos que se passam no exterior. Este livro também vem  abordar o conflito dos intelectuais prisioneiros do mundo das artes, os seus vínculos e compromissos e a sua incapacidade de agir no mundo real.
Até agora, o livro está a ser muito interessante, estando presente, inclusive, alguma comédia. 







Inês de Castro
A estalagem dos Assombros

Escolhi este livro por este ser sobre a famosa história de Inês de Castro. Este livro despertou-me curiosidade por falar de uma pessoa relevante para a história do nosso país.
Até agora a leitura do livro está a ser bastante satisfatória e, para além da história em si, o livro conta-nos sobre momentos importantes da história de Portugal e também cita os famosos escritores latinos Ovídio e Virgílio.
Espero que a história continue a ter o mesmo nível de interesse. 

sexta-feira, 21 de março de 2014

Uma abelha na chuva - Carlos de Oliveira

           Este terceiro livro intitula-se Uma abelha na Chuva de Carlos de Oliveira. Quando escolhi este livro, pensei, inicialmente, que o livro retratava uma fábula, que tivesse um valor moral ou que representasse a desorientação que uma abelha sente na chuva.

            Mas, ao começar a ler o livro, percebi que não tem nada a ver com animais, logo o título não coincide sobre o conteúdo.

As Intermitências da morte


A obra inicia-se com um período de intermitência da morte, uma visão televisiva dos fatos a partir do dia 1 de janeiro, quando ninguém mais morreu naquele país. Aqui são abordados os paradoxos da ausência da morte, conflitos, discussões e soluções para o problema dos que não morrem nem podem voltar a viver, os moribundos.
No sétimo capítulo há uma carta encaminhada pela morte a uma emissora de televisão, para que seja levada a público a notícia de seu retorno. Para cada um a quem estivesse a chegar a temida hora da partida sem volta, o tal prazo de sete dias seria precedido pelo recebimento de uma carta, de autoria da morte, anunciando a “rescisão deste contrato temporário a que chamamos vida”. Este novo sistema de anunciação e a reação das pessoas - também calamitosa - tomará os próximos três capítulos.
No décimo capítulo, uma dessas cartas - que deveria ser recebida por um violoncelista - é devolvida à remetente (tal como o pode ocorrer em autênticas correspondências postais), e a partir daí há uma narração mais clássica com personagens (a morte e o músico), espaço e conflitos bem definidos. Nesta parte, a morte é humanizada, e para muitos o ponto alto do livro. Gabriel Perisséu, escritor e crítico, afirma que "importa saborear a sabedoria com que o autor aborda a personificação da morte e a necessidade que esta sente (feminina ela se apresenta) de ser amada".




quinta-feira, 20 de março de 2014

Vidas sem História de Henrique Forjaz

 O livro que li foi Vidas sem História de Henrique Forjaz. É um conjunto de contos em que o tema principal é o amor (amor de namorados e amor de amigos) e o sofrimento por amor. O livro tem oito contos:
"Uma vida sem história", "O último cigarro", "Os inatingíveis", "Quando as estrelas descem à terra", "Boémica", "Do diário que não escrevi", "Hoje, ainda somos amigos", "Nós dois que aqui estamos". De todos eles, os que mais gostei foram "O último cigarro" e "Boémica".

 "O último cigarro"

 Tomás, depois de sair do casino, senta-se numa rocha e relembra-se do que aconteceu naquela noite. Tinha ido juntamente com Martine, Carlos e Mafalda para um casino, onde dançaram, divertiram-se, etc. Até que Tomás e Carlos começaram a lutar, porque Mafalda era namorada de Carlos, mas amante de Tomás, e o motivo da luta era o facto de o Tomás não aproveitar o amor dela. Tomás sai vitorioso mas acaba por abandonar Mafalda. Contudo, no fim, mostra arrependimento e saudades por Mafalda.

 "Boémica" 

 Serafim Sarmentes andava por uma rua imaginando como seriam as suas férias secretas em que iria para a mansão do Barão Ludwig, na qual iria decorrer uma festa de máscaras erótica. Já tinha  falado com a sua esposa, Maria, e dito que ia numa viagem de negócios, e ela não se mostrou aborrecida.

 Na noite da festa, muitas mulheres aproximavam-se de Serafim, mas logo se afastavam. Apenas uma mulher se aproximou dele, dançou para e com ele, e ambos ficaram muito excitados. Foram para o jardim, deitaram-se na relva, beijaram os corpos um do outro, afastaram as roupas, queriam muito beijarem-se nos lábios e acabaram por tirar as máscaras, revelando, assim, a identidade de ambos. Serafim ficou destroçado, pois aquela mulher sensual era a sua esposa. Saiu dali, sentindo-se humilhado.

terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

"Amar depois de amar-te" livro da autoria de Fátima Lopes



Este livro divide-se em três histórias:

História de Filipa 
  Filipa é uma professora primária, bem sucedida, bonita, com muitos amigos. Um dia conhece um professor chamado João Alves, vindo do Algarve. Filipa finalmente apaixona-se, mas, quando começa a conhecer melhor João, arrepende-se, vivendo uma vida de sofrimento, pois não pode falar com os amigos, porque João tem crises de ciúmes sistemáticas, que a atormentam até ao fim.
Ele chega a agredi-la diariamente, deixando marcas e traumas mentais. No fim, após muito sofrimento, ela consegue livrar-se dele, encontrando mais tarde um novo amor que era o pai de uma das suas alunas.


História de Carolina
 


  Carolina é uma mulher casada com Rui há muitos anos.
Eles habituaram-se um ao outro, eram um casal sem filhos, e partilham uma loja de tintas em comum, que mais tarde decidem comprar. São um casal na casa dos quarenta, e vivem como irmãos, não tendo uma vida sexual. Tudo muda, quando Rui reencontra Eduarda, a única namorada antes de Carolina e o grande amor da sua vida. Convencido de que não pode deixar Carolina sozinha, pois ela depende dele, decide, também, não deixar escapar o intenso amor que estava a viver. A decisão mais certa, parece, aos olhos do coração, ser totalmente errada.

História de Teresa
 

  Teresa é casada com Diogo há 6 anos. Trabalha num restaurante famoso e antigo, em Lisboa.  É uma mulher prática e dinâmica. Diogo tem um trabalho estável, amigos e família que o adoram. Parecem ser o casal perfeito, nada os desestabiliza e são o grande amor um do outro. Tudo muda, quando Teresa chega a casa e encontra uma carta em vez de se encarar com Diogo. Agora, esta mulher de armas, terá de contar consigo própria, para viver sem o seu amor.





 

























"A Lua de Joana" livro da autoria de Maria Teresa Gonzalez

O livro é um diário de uma adolescente (Joana) que, após a morte da sua melhor amiga (Marta), escreve cartas para tornar a sua amizade intemporal. Joana interrogava-se ao tentar entender o que teria levado a sua amiga Marta a fazer aquilo.
 Nas cartas Joana deposita toda a sua raiva e indignação provocada pela droga. Joana era uma rapariga exemplar, na escola e em casa, mas tudo mudou quando ela se envolveu com uma amiga da Marta, a Rita, (a amiga que teria levado Marta a envolver-se com as drogas), e com o próprio irmão da Marta, o Diogo, também vítima das drogas. No entanto, Joana também segue esse caminho e se deixa levar por todos os problemas que a envolvem: uma mãe e um pai ausentes, um irmão com quem não se pode contar e a dor de perder uma amiga. Tudo isto conduziu-a à solidão. Ela começou a vender as suas coisas para conseguir dinheiro e ajudar Diogo, acabando também ela por se envolver com as drogas. Um dia, ela olhou-se ao espelho e reparou como tinha mudado, entendendo agora, como, tão facilmente Marta se tinha envolvido com a droga. Joana tentou abandonar as drogas mas já foi tarde de mais.